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Oficinas de Moda Sustentável Ongs Diversas

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A Oficina Callicore

Trata-se de uma oficina de moda artesanal que tem por objetivo a reciclagem, a renovação de recursos têxteis, o ensino de técnicas como: customização, técnicas de pinturas e estamparia de tecidos, desenho de moda e a troca de experiências e conhecimentos, trazendo as pessoas para uma nova realidade de consumo. Idealizada e desenvolvida  desde 2002 por Andrêssa Faiad  as oficinas ja  percorreram comunidades instituições pelo Brasil aplicando esses fazeres a comunidades capacitando pessoas com técnicas de reciclagem têxtil. Recentemente sua empresa foi premiada por seus projetos e ações pela Fecomércio de Sustentabilidade.


			
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Callicore no Mercado do Beco dia 9/10 – Oficina de Moda Sustentável por Andrêssa Faiad – Coleções com até 30% off



MERCADO DO BECO REALIZA EVENTO NA VILA MADALENA QUE VALORIZA

CONSUMO CONSCIENTE E REAPROVEITAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS

ATRAVÉS DA ARTE

Espaço Cultural Rio Verde receberá feira de artistas contemporâneos que produzem arte com

material reciclável

No próximo dia 09 de outubro o Centro Cultural Rio Verde, receberá edição do Mercado

do Beco - projeto criado com o objetivo de fomentar práticas sustentáveis através da arte,

amparando artesãos, incentivando o consumo sustentável e concebendo novas modalidades

de arte contemporânea. A feira contará com mais de 25 artistas que criam diversos objetos que

variam de artigos de decoração a acessórios de vestuário, todos são idealizados e produzidos

com resíduos sólidos que seriam descartados de forma irregular.

O local escolhido não poderia ser melhor. O Centro Cultural Rio Verde localizado na Vila

Madalena é berço de artistas, designers, intelectuais e jovens engajados politicamente. E conta

com uma atmosfera artística e uma arquitetura moderna ideal para a ocasião.

Madeira de demolição, papelão, vidro, metal, pneus, lixo eletrônico, tecidos e o que mais a

imaginação mandar, são as principais matérias prima dos artistas que recolhem o que seria

descartado como lixo e a transformam em pura arte. A intenção do evento é despertar na

sociedade uma nova perspectiva de consumo, ampliando cada vez mais as possibilidades do

reuso desses materiais além evidenciar uma nova alternativa para o descarte irregular de lixo

nas grandes cidades.

Os quatro pilares da sustentabilidade – econômico, ambiental, social e mais o cultural

idealizado

evento, pois o visitante deverá levar materiais recicláveis para trocar pelo ingresso. A coleta

destes materiais será gerenciada pela ONG Pueras, que realiza projetos de gestão ambiental

e dará o destino adequado ao material arrecadado. Além disso, a feira é uma vitrine para que

os artistas tenham visibilidade e possam comercializar seus trabalhos. Para o visitante, é a

certeza de adquirir peças únicas de muito estilo e bom gosto.

A arte de reutilizar

Com uma carreira sólida, a renomada artista plástica Mônica Belda levará para o Mercado do

Beco seus trabalhos que unem collage, assemblage, papier maché e materiais de descarte

em produtos divertidos e inusitados. Já a designer Valéria Drummond, que parte do princípio

por Fernanda Vaz, curadora do projeto - serão impulsionados durante todo o

de que com criatividade nada precisa ser jogado fora, contemplará os visitantes com seus

acessórios e sapatos criados a partir do reaproveitamento de tecidos.

Utensílios e objetos de decoração em vidro e feitos de maneira artesanal ficarão a cargo

do renomado vitralista André Figueiredo, já a cooperativa CooperArt Butantan, alia técnicas

contemporâneas com a iconografia de São Paulo para inovar objetos de escritório, jogos

americanos, bandejas, garrafas de licor confeccionados com filtro de café e papel reciclado.

As mulheres terão um espaço todo especial, já que a estilista Andressa Faiad, que assina

a marca Callicore, montará a Oficina de Moda Sustentável que trará ideias criativas para a

reciclagem e transformação de peças novas a partir de usadas. A estilista ensinará diversas

técnicas e ficará a disposição para troca de experiências sobre o mundo da moda e a

reinvenção do consumo através da sustentabilidade.

O lounge do evento será uma atração à parte, assinado por J F Piedade do Atelier Ibiraua que

lançará suas peças em grande estilo, os móveis produzidos em madeira de demolição, que são

transformados em objetos para decoração dos mais diferenciados ambientes, o trabalho que o

design faz é todo artesanal o que torna suas peças únicas e exclusivas.

E não acaba aí. Dezenas de artistas e suas obras estarão à disposição do público, que poderá

ainda conhecer mais sobre sustentabilidade e arte, um passeio cultura na Vila mais famosa de

São Paulo.

Agende-se!

Mercado do Beco

Local: Centro Cultural Rio Verde – Rua Belmiro Braga, 119 – Vila Madalena – São Paulo.

Data: 09/10/11 (domingo) a partir das 13hs.

Ingresso: Material reciclável

Veja fotos em alta: https://picasaweb.google.com/110320534077771445173/

MercadoDoBeco?authkey=Gv1sRgCOSR9rW-k7XEGw

Sobre o Mercado do Beco

Criado em 2010, o Mercado do Beco nasceu como uma feira de economia criativa na Vila

Madalena onde práticas sustentáveis, como a gestão de resíduos sólidos é realizada. A partir

da visão de Fernanda Vaz, curadora do projeto que identificou a necessidade de dar apoio

a artesãos que precisam de espaço para expor seus trabalhos intensificando seu potencial

comercial, decidiu criar um local de exposição que une arte e responsabilidade social. A partir

desta iniciativa, está em desenvolvimento um projeto de capacitação que além de ajudar o

artesão no crescimento profissional dissemina a arte sustentável por onde passa. O desafio é

unir o lúdico e o rentável para que assim desperte o interesse da sociedade pela arte através

da preservação do meio ambiente.

Sobre o Centro Cultural Rio Verde

O Centro Cultural Rio Verde confirma a vocação cosmopolita e contemporânea da cidade de

São Paulo como uma das capitais culturais do mundo. Há, no século XXI, uma interessante e

irreversível tendência de que as diferentes disciplinas da arte colaborem cada vez mais umas

com as outras, tornando necessária a realização de novos empreendimentos que suportem e

criem condições ideais para sua expressão.

No coração da Vila Madalena, assume a vanguarda, como um complexo cultural, uma estação

de entretenimento e criação de caráter inédito no Brasil.

---

Bio Comunicação Assessoria de Imprensa

www.biocomunicacao.com | (11) 3976-2930

Oficinas de Moda Sustentável – Praça Victor Civita


Oficina de Moda Sustentável – Callicore por Andrêssa Faiad

Curso gratuito pelo programa Ofício Social – Prefeitura de São Paulo

TERÇAS E QUINTAS

9:00 ás 11:30

Local:

CIIPE – Praça Victor Civita

http://pracavictorcivita.abril.com.br/

Cursos para 3˚ idade

A Oficina foi criada em 2002 pela estilista Andrêssa Faiad e passou por diversas comunidades e instituições do Brasil e América do Sul . Estruturada de modo que possa ser abordado o ciclo completo da criação de moda. Os interessados desenvolverão suas habilidades artesanais em diversas fases deste processo, idéias e soluções criativas para a reciclagem e na transformação de peças novas a partir de usadas, além de trabalhar com renovação e reaproveitamento de uma diversidade de materiais reciclaveis aplicados a produtos de moda e luxo com qualidade nos acabamentos. Tem por objetivo a aplicação dos 3 r’s e pilares da sustentabilidade, o ensino de diversas técnicas e a troca de experiências e conhecimentos em moda, trazendo as pessoas para uma nova realidade de consumo , atuando em um ciclo de novas idéias e soluções.

Inscrições:

Segunda a sexta-feira,

das 9h às 11h e das 14h às 17h.

contato@pracavictorcivita.org.br.

Ou solicite sua ficha:

oficinacallicore@gmail.com

Para mais informações, entre em contato diretamente com a D. Cida Caprino (11 8425-2057) , responsáveis pelo centro ou envie um e-mail para contato@pracavictorcivita.org.br

Programação

 Terças – Feiras :

Técnicas de pintura , estamparias e tingimentos aplicados à moda Sustentável

 Quintas – Feiras:

Técnicas de pequenas costuras e Técnicas artesanais aplicadas à reutilização textil;

Conheça o Local:

Rua Sumidouro, 580 – Pinheiros – São Paulo – SP – CEP 05428-010
Tel.: (11)3031-3689 – Funcionamento: diariamente, das 6h30 às 19hhttp://pracavictorcivita.abril.com.br

http://www.panoramio.com/photo/40698637

O casulo do bicho da seda cultivado de modo consciente eterniza o fio da seda em tecidos de pura arte no Brasil e no Mundo

Callicore por Andressa Faiad

Para nós que trabalhamos com alta costura a seda é uma matéria prima muitíssimo utilizada e significativa por isso desenvolvo ao longo de 5  anos uma pesquisa sobre sedas , pigmentações, seu toque e tipo de fiação , caimento é muito peculiar a cada espécie e região . A fibra natural de origem animal e adquirida a partir da construção do casulo da lagarta, o processo de desenvolvimento é milenar, o bicho-da-seda é originário da China e há cerca de 5.000 anos vem sendo criado pelo homem para obtenção de fios de seda. Da China o inseto foiintroduzido no Japão, Turquestão e Grécia. Em 1740, o bicho-da-seda passou a ser criado na Espanha, França, Itália e Áustria. Em 1848 ocorreu a introdução dessa cultura no Brasil. Podendo ser adquirida através da sericultura, sendo um processo de cultivo artesanal ou industrial. A atividade se inicia pelo cultivo da amoreira e com a obtenção dos ovos até o cultivo das lagartas no campo pelos agricultores familiares. O bicho-da-seda Bombyx mori L. (Lepidoptera: Bombycidae), que se alimenta exclusivamente da amoreira, contribui com 95% da produção total de fios de seda utilizada nas confecções dos diferentes tipos de tecidos (Fonseca& Fonseca, 1986; Watanabe et al., 2000).

Quando buscamos trabalhar em caminhos que respeitam os pilares da sustentabilidade em equilibrio com o planeta e ecologia da terra , humana e dos animais, não concordamos com os processos industriais da produção da seda que cozinha o casulo antes que ele se deteriore em seu processo de morte natural. O Bicho da seda se alimenta das folhagens frescas das amoras , alface e laranjeiras, passa por diversas fases de transformações até a formação do casulo e o macho, após saida do seu casulo morre 3 dias após sua transformação, as fêmeas multiplicam a espécie até 500 ovos.

Muitos países como o Brasil que já está em 3° lugar no ranking dos produtores de seda já possuem processos onde o resultado do cultivo é sustentável e respeita a vida do animal através de um suporte para saída da mariposa, na turquia também um altissimo investimento da desindustrialização desse processo onde o animal é respeitado e suas sobras ainda dão alimento proteico aos peixes dos lagos limpidos , que irrigam a plantação de amoras colhidas frescas e somente com a terra limpa e livre de agrotóxico ou pesticidas são possiveis de existir, isso garante uma seda limpa tanto com os pocessos de produção , quanto com o planeta.

Turquia e o Brasil, dois países possuem uma boa semelhança na sua base econômica, com uma grande participação de produtos básicos na sua economia interna e externa. A Turquia é um dos grandes produtores e exportadores de alimentos no mundo, como por exemplo, o trigo, arroz, seda, algodão, chá, tabaco, avelã e diversos tipos de frutas, como a cereja, por exemplo. O país é dos maiores produtores de algodão da Europa e também na criação de carneiros. A indústria tem boa participação na economia, produzindo desde produtos da linha branca até automóveis. Os serviços agregam boa parte da receita do país, seja pelos atrativos turísticos históricos, seja pelos diferentes atrativos naturais, como o oceano azul turquesa que propicia um bom cartão de visitas natural.

O Brasil possui características semelhantes, onde a agricultura é a base da economia, sendo o café, soja, milho, arroz e feijão elementos bem significativos e expressivos da economia interna e externa. Historicamente falando, o café foi um dos grandes exemplos de como a economia de um país pôde crescer economicamente a partir da agricultura, em especial nos estados de São Paulo e Minas Gerais. A indústria brasileira atualmente é bastante diversificada, não havendo um setor industrial que podemos chamar de tipicamente brasileiro. Esta característica é denominada como estrutura heterogênea, similar à da Chin ainda assim encontram alternativas menos exploradoras no quesito de escravidão de trabalho e poluição do meio ambiente. A estrutura industrial brasileira tem sofrido nos últimos anos um processo de desindustrialização, optando pela substituição de produção interna pela importação de bens semi-manufaturados e manufaturados, mas existe um grande desenvolvimento ecônomico da seda na região do Paraná, interior de São Paulo.

Pesquisas avançadas em Cingapura traz aos processos de tingimento e pigmentação dos fios a alta tecnologia de alimentar os bichos de seda (a lagarta Bombyx mori) com moléculas fluorescentes, que são misturadas ao pó de amora, que é a base da dieta dessas larvas (que quando cresce vira Mariposa). As glândulas do animal absorvem o corante natural das amoras e florais fluorescentes e o incorporam em sua produção de seda dando assim nova cor ao fio. A seda naturalmente colorida pode ser uma alternativa sustentável para a indústria têxtil. Os pesquisadores do Instituto de Pesquisa e Engenharia de Cingapura alimentaram o bicho da seda com amoras e tinta fluorescente a base de flores, para que o animal passasse a produzir seda colorida.

Os cientistas responsáveis dizem que o processo é simples e pode ser usado em escala industrial. A seda naturalmente colorida ajudaria a diminuir os prejuízos ambientais causados pela coloração de tecidos e diminuiria a quantidade de água necessária para o tingimento.

Além das vantagens para o mercado têxtil, a técnica de produção de seda poderia ser usada para fabricação do material com propriedades antiinflamatórias e antibactericidas para ser usado em curativos médicos. Bacana né?

Fonte:|revistagalileu.globo.com|

Fotos: Reprodução



Bicho-da-seda

Produção de casulos formados pela lagarta da espécie Bombyx mori é opção de renda em propriedades familiares próximas a tecelagens de seda

Texto João Mathias
Consultor Fumiko Okamoto*

Neste mês, completam-se 200 anos da chegada ao Rio de Janeiro da família real portuguesa. Esse fato provocou grandes mudanças no Brasil, tratado até então como uma mera colônia extrativista para abastecer Portugal. Com os pés em terras brasileiras, logo o príncipe-regente dom João começou a tomar medidas que abriram oportunidades para o desenvolvimento de novas atividades agrícolas por aqui – como a sericicultura, a criação do bicho-da-seda.

Atualmente, essa atividade é recomendada sobretudo para gerar renda adicional em pequenas propriedades familiares, que têm à disposição novas tecnologias desenvolvidas pela Apta – Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios. No estado de São Paulo, a sericicultura está concentrada em municípios como Bastos, Gália, Duartina e Fernão, entre outros. No Paraná, na região de Maringá. O bicho-da-seda (Bombyx mori) produz um casulo do qual se extrai os fios para formar um tecido de toque suave, cobiçado no mundo inteiro e que nunca sai da moda. O trabalho minucioso e delicado das lagartas da espécie já é explorado pelo homem há muito tempo. Historiadores relatam que, há cerca de 4.600 anos, a seda proveniente do inseto já era explorada para a confecção de roupas da nobreza do império chinês.

SUPORTE onde as lagartas tecem os casulos

O ciclo de desenvolvimento do bicho-da-seda vai da eclosão do ovo até a transformação da lagarta em mariposa. O período em que vive como a lagarta é dividido em cinco fases ou idades, durante as quais é sempre alimentada com folhas da amoreira (Morus spp.).

Quando atinge tamanho que varia de sete a oito centímetros e não come mais, o bicho-da-seda deve ser transferido para o “bosque”, um suporte para o inseto tecer o fio. Num movimento constante da cabeça, a lagarta produz um casulo em volta de si, a partir de um fio contínuo de cerca de 1,2 metro.

No interior de um galpão, chamado de sirgaria, o manejo do inseto é feito sobre esteiras, que também são conhecidas como camas de criação. O local deve ser limpo, livre de contaminação e com boa circulação de ar. Além disso, é preciso controlar a temperatura e a umidade relativa do ar do ambiente, mantendo-o em níveis adequados a cada idade do bicho através de abertura de janelas, para assegurar o bom trabalho dos bichinhos operários.

Raio X
CRIAÇÃO MÍNIMA: meio hectare
INVESTIMENTO INICIAL: em torno de 45 reais a caixa com 33 mil lagartas, além da formação do amoreiral e construção do galpão
RETORNO: safra de 70 quilos pode render 500 reais
REPRODUÇÃO: de 400 a 500 ovos por mariposa
Mãos à obra

BARRACÃO com folhas de amoreira, para alimentar as lagartas

INÍCIO – adquira o bicho-da-seda já na fase da lagarta, quando medem pouco mais de 1,5 centímetro. A dedicação do produtor no trato do inseto é muito importante para obter casulos de qualidade, o que define o preço pago ao criador (o quilo pode ser cotado a mais de seis reais).
AMBIENTE – nos primeiros sete dias de vida, durante a primeira e a segunda idade da lagarta, a temperatura ideal para o local de criação é de 26 a 27 graus e umidade relativa do ar de 90%. Na terceira e quarta idades, são recomendados de 24 a 25 graus e umidade de 75%, enquanto na quinta idade o ideal é 23 graus e umidade de 70%.
ESTRUTURA – as lagartas são criadas sobre esteiras dentro de barracões, com medidas que podem variar de acordo com o espaço disponível. Um galpão de nove metros de comprimento por seis de largura, por exemplo, pode ser considerado para uma pequena propriedade agrícola, rendendo até 70 quilos de casulo por mês durante a safra.
INTEGRAÇÃO – há empresas no mercado que disponibilizam ao produtor interessado toda a estrutura de apoio para a criação, inclusive as lagartas. Fornecem insumos para a desinfecção das instalações e mudas de amoreiras, além de assistência técnica em todo o processo de produção.
ALIMENTAÇÃO – para o desenvolvimento da lagarta, é necessário fornecer folhas de amoreira. A Apta multiplica e disponibiliza cultivares desenvolvida pelo Instituto de Zootecnia de São Paulo, de elevada produção e valor nutritivo. Entre os mais destacados estão IZ56/4, IZ15/7, IZ13/6, IZ10/4, IZ40,
PROPAGAÇÃO – o cultivo de amoreiras é feito por estacas, que podem produzir folhas por um período de 15 a 18 anos para alimentar o bicho-da-seda. O corte deve ser diário, para oferecer às lagartas refeição fresca. As folhas devem ser oriundas de plantações livres de pragas, doenças e impurezas, nem mesmo terra.
REPRODUÇÃO – ocorre na fase adulta da mariposa, que surge a partir da transformação da lagarta dentro do casulo. Após o acasalamento, a fêmea inicia a postura dos ovos, que chega a somar de 400 a 500 unidades.

*Fumiko Okamoto é pesquisadora da Apta – Agência Paulista de Tecnologia

 

Pesquisa em sites e artigos

mais informações:


http://www.ecofashionmag.com/portal/tag/seda-colorida-naturalmente/

http://www.fecomercio.com.br/sustentabilidade/vencedores/copraseda.pdf

http://www.ocasulofeliz.com.br/box_slaveImages.php?id=166

http://www.revistaautor.com/portal/index.php?option=com_content&view=article&id=685:particularidades-entre-o-brasil-e-a-turquia&catid=13:economia&Itemid=40

http://www.biotecnologia.com.br/revista/bio35/utilizacao.pdf

http://revistageracaosustentavel.blogspot.com/2011/01/sericicultura-gera-cooperacao-e.html

http://www.biotecnologia.com.br/revista/bio24/virus.pdf

http://www.seab.pr.gov.br/arquivos/File/deral/Prognosticos/sericicultura_0809.pdf

http://revistagloborural.globo.com/GloboRural/0,6993,EEC1674242-4530,00.html

http://www.centrovegetariano.org/Article-47-A%2BProdu%25E7%25E3o%2Bde%2Bseda.html

http://www.terra.com.br/revistaplaneta/mat_397.htm

http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/casa/todas-tramas-seda-525758.shtml

http://revistagalileu.globo.com/Revista/Common/0,,EMI237472-17770,00-BICHOS+DA+SEDA+COLORIDA+E+FLUORESCENTE.html

http://brasilsocialchic.com/v01/index.php?option=com_content&view=category&layout=blog&id=36&Itemid=55

http://www.oeco.com.br/reportagens/24718-moda-sustentavel-e-como-agulha-no-palheiro

http://modaverde.coletivoverde.com.br/group/matriaprimasustentvel/forum/topics/6317163:Topic:5709 

Projeto Sementes – Figurino do Coral da Aldeia Guarani – ITAXI

O Projeto Sementes que apresenta as criações dos fi gurinos desenvolvidos
para o Coral da Aldeia Guarani de Parati -Mirim é uma proposta de futuro , na capacitação das índias Guaranis a Costura e Ecodesign, abrindo novas possibilidades e recursos para a aldeia.
Nos pronti fi camos a desenvolver este projeto dentro do Paraty Eco-Fashion, nos dia 4 , 5 , 6 , 7 de agosto de 2011, na cidade de Paraty- RJ, realizado pelo Instituto Colibri e buscamos o apoio de parceiros empresas socialmente responsáveis e comprometidas que contribuiram nessa realização social do Coral dos Índios Guaranis de Paraty Mirim, foram Tecidos 100% reciclados da DENOVO, Sandalias de Pneu Reciclado da Góoc, Asas de Papelão da PENSE Brinquedos, Calças de algodão orgânico e camisetas de Pet estampadas pela TARMAC e confeccionadas pela Red Dragon, foi uma grande parceria além dos que nos colaboraram com trabalho .
A missão do Grupo de Moda e Sustentabilidade em seu novo Projeto Sementes com a Aldeia Guarani de Paraty Mirim foi vestir o 35 integrantes do Coral Indígena com a roupa e os acessórios especialmente desenvolvidos
valorizando a cultura e o artesanato da tribo Guarani.
Nossa Proposta no Projeto Sementes ainda é evoluir com trabalhos futuros que venham contribuir com o artesanato e desenvolvimento sustentável na Aldeia, realizando um trabalho que propõe uma ação de educação ambiental e criati vidade com oficinas de eco design oferecidas aos artesãos e crianças da aldeia.

Participação no Mercado do Beco em em 31 de Julho com a Coleção Callicore

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No final do mês de Julho tivemos a honra de participar do Evento Mercado do Beco , produzido sob a curadoria das produtoras Fernanda Vaz e Carla Tikae, o evento superou toda e qualquer expectativa relacionada a qualidade e estilo dos produtos e expositores. Muita arte de altíssima qualidade, sustentável e ecológicos , os artistas muito empenhados e amigaveis mostraram de si e sua arte da forma mais surpeendente no belissimo Espaço Cultural Rio Verde, um lugar lindo e agradável que me encantei desde a primeira vez , posso dizer, amor a primeira visita.

A parceria com o Mercado do Beco nos apoiou no projeto que realizamos no Paraty Eco Fashion 2011 e graças a essa parceria muitas coisas se tornaram possíveis. No evento ainda tivemos  a visita ilustre da querida Chiara Gadaletta que foi pessoalmente conhecer os produtos de cada um dos expositores com seu projeto Ser Sustentável Com Estilo.

É sempre válido acreditarmos em novas propostas e pessoas que empreeendem no intuito de inovar e realizar um mundo melhor.

Parabenizo a edição e que venha novas edições deste evento pelo mundo e votos de muito sucesso!

Até o dia 9/10.